
A decisão da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) de suspender o apoio logístico e estrutural à tradicional Feira da Décima Avenida, em Porto Velho, acendeu um alerta entre trabalhadores que dependem diretamente da atividade.
Segundo a organização, cerca de 800 famílias podem ser impactadas com a medida, que atinge feirantes, produtores rurais e pequenos empreendedores que têm na feira sua principal fonte de renda.
A mudança quebra um planejamento já estabelecido, já que havia a expectativa de que o suporte do Governo de Rondônia fosse mantido até o final do ano. Sem esse apoio, a estrutura do evento — considerada essencial para o funcionamento da feira — fica seriamente comprometida.
A Feira da Décima Avenida é reconhecida como um dos principais pontos de comercialização da agricultura familiar na capital, além de ser responsável por movimentar a economia local e gerar empregos diretos e indiretos.
Agora, diante da incerteza, trabalhadores cobram explicações do poder público e defendem soluções urgentes para evitar o enfraquecimento — ou até a paralisação — das atividades.
O clima é de apreensão: sem alternativa imediata, o impacto pode ir muito além da feira, atingindo toda uma cadeia produtiva que sustenta centenas de famílias em Porto Velho.
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